Algumas razões para gostar das pessoas de quem gosto:
1 Originalidade da eloquência
1.1. Utilização de conceitos que geralmente não se encontram associados
Não tenho boas memórias do meu cu.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Onomatopeia pós-lembrete #1 #3 (dos métodos e das técnicas)
A descrição da obra de arte enquanto objecto artístico per se:
terça-feira, 15 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Onomatopeia pseudolúbrica
Há uma cadeia de clínicas dentárias que escolheu este logótipo para a representar. Talvez tenham pensado que a sugestão implícita pudesse servir como lenitivo para o medo que a maior parte das pessoas tem dos dentistas. Pelo sim pelo não, vou manter-me afastado. Há situações em que as ambiguidades não são de todo desejáveis...
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Onomatopeia aléxica
Perdi as palavras... Não sei onde as deixei, mas não as consigo encontrar em nenhum lado. As que encontro não parecem encaixar umasnasoutras. As que invento não são apropriadas para nenhum sentimento, nenhuma situação, nenhuma realidade... Pressinto que as encontrarei eventualmente, mas há um espaço entre mim
e elas que persiste em se manter dificilmente transponível. Mas como eu sou
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente,
sei que brevemente serão elas que me encontrarão. As palavras têm variações, vontades próprias, significados para lá dos significantes... E também elas têm vontade de
e elas que persiste em se manter dificilmente transponível. Mas como eu sou
persistente
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persistente
persistente
persistente
persistente
persistente
persistente,
sei que brevemente serão elas que me encontrarão. As palavras têm variações, vontades próprias, significados para lá dos significantes... E também elas têm vontade de
terça-feira, 8 de abril de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Onomatopeia pós-lembrete #1 #2 (almoço urbano contemporâneo)
O som - sem fúria - nos objectos, o emaranhado de materiais e de formas, a monumentalidade dos volumes e do movimento, as patologias enquanto génese de criação, a interacção táctil - autoforçada ou permitida - entre visitante e peça, os resquícios de criações passadas como objecto actual exibível, o mergulho na escuridão enquanto metáfora para o mergulho aquático, a existência do labirinto que se miniaturiza e reconstrói... E a hora de almoço hoje foi mais do que apenas frango de caril requentado: obra de arte para o estômago, mas efémera por definição...quarta-feira, 2 de abril de 2008
Onomatopeia hercúlea
Um medo que ficou para trás... Restam ainda outros medos, os quais, sem dúvida alguma, se cindirão brevemente... Mas, enquanto não passarem pelo momento da cisão, partilho-os para que o seu peso seja mais atómico e menos molecular... Agarrei-te a mão e não te largo... E vou apertar com a força que for necessária para te suster cá em cima. Às vezes tenho mais força do que aparento...
Onomatopeia autocorrosiva
E de repente um medo devorador instalou-se por aqui... Um medo de perder o que conquistei há pouco tempo, um medo de voltar à caverna onde demasiadas vezes me refugiei... Não vou deixar que o medo me entorpeça e me deixe sem reacção... Quero acreditar que é só isso, que é só medo, mas a minha parte racional pondera outros cenários em que o medo se torna concreto, apesar de inicialmente apenas visível à luz do microscópio... Não quero perder tudo o que tenho de grande porque posso ter ganho o que de mais pequeno existe no reino orgânico...
terça-feira, 1 de abril de 2008
Onomatopeia na corda bamba
Não percebo se o equilíbrio que tenho agora é artificial ou se as suas bases estão ainda assentes sobre lodo que demora a transformar-se em terra firme... Sei que hoje estou a tentar não deixar que esse equilíbrio seja afectado pela avalanche de números que me caiu em cima. Esperemos que esta avalanche seja apenas a revolução que falta para que finalmente possa ter a serenidade material que nunca almejei mas que já começo a merecer... In need of my own private big bang...
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